É isso que me motiva todos os dias a ser uma pessoa melhor.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
“Tentaram me fazer acreditar que o amor não existe e que sonhos estão fora de moda. Cavaram um buraco bem fundo e tentaram enterrar todos os meus desejos, um a um, como fizeram com os deles. Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos.Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. Eu sei que vou.Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parada. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim.”
domingo, 7 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Sabe, eu tenho saudade. Saudade da vida que ainda não vivi, e da vida que estou deixando passar. Da vida que um dia já deixei passar por alguém que nunca pensou em mim. Saudade daqueles momentos no inverno que não cheguei a ter, e do começo da primavera pelo parque que não visitei. Saudade de ter roubado aquele beijo de alguém que não cheguei a conhecer, e de me surpreender por um buquê que nunca cheguei a ganhar. Saudade das risadas que por muito tempo não soube mais o que eram, e as perdi. Saudade de sentar na areia da praia, e observar o pôr-do-sol que eu não vi. Ou então, daquela noite que não cheguei a passar no acampamento, em que deitei para observar o céu estrelado. Saudade daquele perfume doce que invadiu ar que eu não senti. Saudade de todos os momentos que perdi, ou que não cheguei a viver. E que ainda os deixo passar. (Ary Leal)
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